FRANCISCO MARÍN PARTICIPOU EM UM ALMOÇO SETORIAL COM O CIRCULO DE EMPRESÁRIOS DE a GALIZA “PRESENTE E FUTURO DA CONFEDERACION HIDROGRAFICA DO MINHO-SIL: O PLANO HIDROLOGICO 2015-2021 E O seu PROGRAMA DE MEDIDAS”

FRANCISCO MARÍN PARTICIPOU EM UM ALMOÇO SETORIAL COM O CIRCULO DE EMPRESÁRIOS DE a GALIZA “PRESENTE E FUTURO DA CONFEDERACION HIDROGRAFICA DO MINHO-SIL: O PLANO HIDROLOGICO 2015-2021 E O seu PROGRAMA DE MEDIDAS”

“PRESENTE E FUTURO DA CONFEDERACIÓN HIDROGRÁFICA DO MIÑO-SIL: O PLANO HIDROLÓGICO 2015-2021 E O SEU PROGRAMA DE MEDIDAS” versou a intervenção e o colóquio durante o almoço setorial, com mais de 25 membros do Círculo de empresários da Galiza, no Clube Financeiro de Vigo.

A intervenção do presidente da CH do Miño-Sil começou identificando que é uma bacia hidrográfica e as funções gerais dos organismos de bacia, como se elaborou e para que serve o Plano Hidrológico da demarcação do Miño-Sil,  aprovado por Conselho de Ministros o passado 8 de janeiro.

Describiu o Plan Hidrolóxico ( PH) como unha “radiografía moi precisa da bacia” e indicou que, unha vez identificados os problemas da demarcación, o PH incorpora un Programa de Medidas, no horizonte 2016/2021, por importe de 426 M/€ que permitirán avanzar na consecución de 3 obxectivos claros:

-Conseguir melhorar o bom estado das massas de água

-Conseguir melhorar a adequada proteção do Domínio Público Hidráulico

-Satisfazer as demandas

“Estes 426 M€ integram-se em umas 500 medidas recolhidas no próprio PH, com financiamento a cargo das diferentes Administrações do território (Estado, CCAA, Governos provinciais e Aytos) que, segundo a informação recebida e a obtida nas reuniões das mesas de trabalho do Comité de Autoridades Competentes, ajudar-nos-á a alcançar no ano 2021 o bom estado das massas de água tal e como estabelece o Diretiva Enquadramento da Água”, enfatizou Francisco Marín.

Também expôs brevemente a colaboração da CHMS com as diferentes Administrações na apresentação de projetos europeus estratégicos que dinamizarão, projetarão e valorizarán o potencial natural da bacia hidrográfica e outros que contribuirão a um melhor conhecimento e governança da mesma ante a presença de fenómenos extremos.

  • POCTEP- RAIA TERMAL (3,4 M€) com o ânimo de favorecer as sinergias termais em ambos lados da “raia”, melhorando os meios fluviais sócios  à atividade termal.
  • POCTEP- MIGRAMIÑO (2,5 M€) para favorecer a reprodução de espécies próprias do baixo Miño -Sável, Lamprea, Enguia-.
  • POCTEP- RISC MIÑO-LIMIA (2,7 M€) para, a partir de simulações, possam-se predizer as zonas afetadas pelas crescidas dos rios em função da chuva esperada e que possa servir para atualizar o Plano Especial ante situações de Seca extrema.
  • LIFE- REGENERA LIMIA (2 M€) conjunto de técnicas demonstrativas para reduzir a presença de nutrientes nas massas de água da comarca de A Limia (Ourense).

Os membros do Círculo mostraram interesse na informação contribuída pelo presidente e sobretudo relativo às possibilidades de negócio que pudessem surgir do conjunto de trabalhos que desenvolve o organismo de bacia, para a melhoria, gestão e governança da mesma.